segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Amor, não tem definição se não aquela que achamos que sentimos, então, o que é Amor? Poderia dizer que o amor é aquele q uma mãe sente por um filho, ou é daquele casal apaixonado, poderia sentar e desenrolar o assunto por horas, mas, queria chegar num ponto onde poderíamos refletir se estamos verdadeiramente preparados para o amor, aquele que abre mão da posse, essa que também não deveria existir, mas como estamos humanos somos egoístas.
Atualmente a visão mais pura de amor que tenho é o amor sem posse, que perdoa as falhas humanas, que é comprometido sem deixar de ser livre, que respeita, que vive, pensa individualmente, mas que também se doa, que não quer nada em troca. 
Como disse antes, estamos humanos e desprender-se de tais sentimentos é quase impossível.


domingo, 22 de abril de 2012



Decepção... Na integra, é desilusão, é engano
Quando nos atinge, ela vira tristeza, mágoa
Sim, ela, porque a decepção é feminina, volátil
Ela é a sombra que espreita a confiança
Ela é super valorização de sentimentos
Ela vem de dentro pra fora
A decepção começa na nossa esperança
E termina fatalmente depositada naqueles que nos rodeiam...


quarta-feira, 18 de abril de 2012



Neste momento me sinto um tanto quanto idiota, por entender que sou fraca, indecisa e sem vontade própria. Meu coração me entrega no primeiro olhar quando minha mente renega com todas as forças que existem em mim, mas o que fazer nessa hora em que corpo e alma não se entendem? Como fugir e me esconder a fim de que esse conflito não me alcance? Como arrancar o coração do peito sem sucumbir a morte? Racionalizando sentimentos que pra mim são tão reais.Como? Se sua ausência é tão presente em mim...
Muitas vezes não precisamos dar explicações para sair da vida de alguém quando não temos importância, simplesmente a vida segue e a gente vai, dar explicações é como se estivéssemos pedindo para nos decepcionar.
E é essa dualidade turva de sentimentos que nos impede de sair do lugar que nos prende a essa ilusão de amor perfeito que criamos apenas para preencher esse vazio que existe em algum lugar escondido do nosso coração...


domingo, 8 de abril de 2012

Todos acreditam no amor, querem segurança, estabilidade, mas alguém já se perguntou que tipo de amor queremos que faça parte de nossas vidas?
Atualmente vivemos em uma sociedade onde a promiscuidade cresce a cada dia, relacionamentos de curto prazo, o difícil hoje é que qualquer encontro passe de uma noite.
Por vezes idealizo um futuro baseado num passado que já vivi, onde havia descoberta, interesse, havia um quê de esperança nos olhos tanto do conquistador quanto do conquistado.
Sou saudosista daqueles bons tempos em que fazia-se passeio ao parque no domingo de mãos dadas, sem preocupações, embora elas existissem. Saudosista daquele assovio no portão e o frio na barriga quando olhava pela janela da porta e se via quem era, bons tempos...
Não tenho intenção de dizer que minha adolescência tinha mais brilho do q essa nova geração, mas que vivíamos com mais emoções, ah isso com  certeza...