segunda-feira, 26 de julho de 2010

Passagem_ "Odes" do escritor grego Horacio

Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi,
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios temptaris numeros.
Ut melios, quidquid erit, pati.
Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam, quae nunc
oppositis debilitat pumicibus mare Tyrrhenum: sapias,
vina liques et spatio brevi spem longam reseces.
Dum loquimur, fugerit invida aetas: carpe diem quam minimum
credula postero...



Tu não procures, não é licito saber, qual sorte a mim
qual a ti os deuses tenham dado, Leuconoe, e as cabalas
babilonenses não investigues. Quão melhor é viver aquilo que será,
sejam muitos os invernos que Júpiter te atribuiu, ou seja o ultimo este,
que contra a rocha extenua o Tirreno: sê sabia, filtra o vinho e encurta
a esperança, pois a vida é breve. Enquanto falamos terá fugido ávido
o tempo: Colhe o instante sem pensar no amanhã...


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